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Sispesp aborda problema da depressão nas mulheres vítimas de violência

  • IMPRENSA
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  • NOV 2021
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  • 14

O problema da violência de gênero e seus impactos na vida das mulheres são muitos. Além da dor física de sofrer uma agressão, as vítimas também estão suscetíveis a problemas emocionais entre eles, a depressão.

Para debater esse cenário, o Sispesp realizou terça-feira, dia 23,  live com a psicóloga Ana Maria Canejo e coordenação da diretora de Assuntos da Mulher, Kátia Rodrigues. A transmissão também contou com a participação do presidente Lineu Mazano e do diretor de finanças, Benedito Claudinei.

“Procuramos abordar e trazer para o debate temas importantes como a questão da violência contra as mulheres e a depressão que ela pode acarretar, agravado pela pandemia. É o Sispesp levando serviços, assistência e orientação para que possamos nos fortalecer juntos”, afirmou Lineu Mazano, ao abrir a transmissão.

Violência de gênero - A violência de gênero acontece sistematicamente no Brasil e no mundo. As agressões acontecem, simplesmente, pelo fato de as vítimas serem do sexo feminino. Os motivos para esses ataques são diversos — machismo, questões culturais e religiosas, entre outros.

“O mês de novembro é muito importante, pois dá início à campanha ‘16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres e meninas’. A violência de gênero pode ser física, sexual, psicológica e institucional”, afirma a diretora Kátia Rodrigues.

Kátia ressalta que a questão da violência é crescente na sociedade brasileira, principalmente após a pandemia. Dados de pesquisa do Data Folha apontam que uma a cada quatro mulheres afirmam ter sofrido casos de violência.

“Representa dizer que 17 milhões de mulheres e meninas sofrem algum tipo de violência. Houve aumento de violência dentro de casa. E o que acarreta tudo isso? Elas não sabem nem lidar com esse tipo de sentimento. Por isso, é tão importante tratarmos desse tema atrelado à depressão, que apesar de ser banalizada e enfrentar preconceito,  é uma doença grave que afeta a vida das mulheres no ambiente de trabalho, familiar e no convívio social. Como a gente identifica a depressão”, alerta a diretora.

Segundo a psicóloga Ana Canejo, muitas mulheres entendem que são acometidas pela depressão. “As pessoas confundem depressão com tristeza, mas não é. É um conjunto de sintomas que envolvem o desanimo, a falta de energia, a motivação para atividades corriqueiras do dia a dia. Uma tristeza prolongada, seguida por pensamentos negativos, culpa e falta de autoestima. Na parte física pode ter dores, alergias, queda de cabelo, insônia ou má qualidade de sono. Ela perde o prazer de viver. E as pessoas próximas muitas vezes não percebem e quando notam banalizam esses sintomas”, explica a psicóloga.

Trabalho – A violência institucional é muito grave. “Ninguém sabe o que esse servidor público sofre. E muitos sofrem calados, por não saber o que fazer. Não pode ser demitido, mas transferido para outro estado ou local de trabalho em piores condições. Por isso, é importante o papel do Sindicato. Para que essa pessoa seja ouvida e tenha apoio. Essa é a nossa obrigação como dirigente sindical”, diz Kátia.

A psicóloga Ana Maria alerta que muitas trabalhadoras nem percebem que são vitimas de assédio moral. Ela diz: “Menosprezar a opinião ou voz da mulher também é uma forma de violência de gênero e as mulheres não notam que isso é uma violência que afeta a autoestima. Elas se sentem incompetentes. É uma situação pode acarretar a depressão”.

Denúncias - A mulher ou alguém presencie algum caso de violência, pode pedir ajuda por meio do telefone 190 (Policia Militar) ou 180 (canal criado pela Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres), que acolhe queixas de mulheres em situação de violência.  “Você não está sozinho. Além dos canais oficiais, nós estamos aqui para dar esse apoio”, orienta a diretora Kátia Rodrigues.

Acolhimento psicológico – O Sispesp mantém um serviço de Acolhimento Psicológico totalmente gratuito para associados. As sessões são online de segunda e sexta-feira, a partir das 17 horas; às quartas são realizados grupos de meditação. “Nós damos um suporte psicológico com análise e orientação. A meditação também é muito importante para combater a depressão”, afirma a psicóloga Ana Maria Canejo.

Contato – Em caso de dúvidas entre em contrato com o Sispesp. O telefone é o 3106-5098 ou 3112-8455. Nosso WhtasApp é o 11 932444933. Clique aqui e fale conosco.

 

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