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Vetos de Bolsonaro na Lei 14.020 agravará o desemprego no Brasil

  • IMPRENSA
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  • JUL 2020
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O presidente Jair Bolsonaro sancionou na segunda-feira (6/07), a Lei 14.020/2020 que garante empresas suspender temporariamente o contrato de trabalho, reduzir jornada e salário de seus funcionários (as) e vetou os artigos que garantia manter até dezembro de 2021 isenções de impostos na folha de pagamento; o auxílio emergencial de R$ 600,00 aos que forem demitidos sem justa causa durante a pandemia e o fim da ultratividade a Acordos Coletivos e Convenções Coletivas de Trabalho.

De acordo com o relator do texto na Câmara o deputado federal Orlando Silva (PCdoB), se estes vetos não forem derrubados no Congresso Nacional o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda estará comprometido na sua essência e o desemprego e o subemprego que já atinge milhões de brasileiros (as), poderá se agravar cada vez mais com o fim de incentivos fiscais e a dificuldade para pequenas e médias empresas adquiram linha de créditos com juros baixos.

“Nesse momento em que a crise do coronavírus chega perto do seu auge e que explode o desemprego no Brasil, é necessário medidas que preservem o emprego e a desoneração da folha serve a preservação do emprego. A minha expectativa é que o Congresso Nacional derrube esse veto e nós possamos manter o apoio a setores econômicos que empregam milhões de brasileiros”, disse.

Segundo Nailton Francisco de Souza (Porreta), diretor Nacional de Comunicação da Nova Central e diretor Executivo do SindMotoristas – SP, um dos setores que serão atingidos pelos vetos do presidente é o de transportes que no período da pandemia do novo coronavírus, já fechou 56.117 postos de trabalho.Só em maio foram 20.856 mil demissões. Com isso, o número de três meses de Covid-19 equivale a quase todas as demissões registradas ao longo dos 12 meses de 2015.

“Pelos dados apresentados pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), mais da metade destes cortes de empregos ocorreu no setor rodoviário de passageiros que envolvem ônibus rodoviários, ônibus e trólebus urbanos, ônibus e trólebus metropolitanos, ônibus de fretamento, micro-ônibus, mini-ônibus, vans e carros. Em maio, o segmento de passageiros rodoviários demitiu 12.342 (59,2%). Em seguida, no mês, aparece o transporte rodoviário de cargas, com 7.955 (38,1%) vagas fechadas. Com o enfraquecimento dos sindicatos na negociação coletiva esta situação se agravará cada vez mais”, diz.

Nailton relata que setores que empregam muitos trabalhadores como de Tecnologia da informação (TI) e de comunicação (TC); Transporte rodoviário coletivo e de cargas; Calçados; Call center; Comunicação; Construção civil, construção e obras de infraestrutura; Têxtil, confecções e vestuário; Veículos; Máquinas e equipamentos; Couro; Proteína animal, também contariam com a prorrogação, que se não for mantida poderá desempregar de 500 mil a um milhão de trabalhadores (as) até o ano que vem.

 

 

Fonte: Blog Profissão Transportes

Foto: Nailton Francisco de Souza (Porreta), Diretor Nacional de Comunicação da Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST

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